A Biblioteca do Hiper-humanismo

O conhecimento apresentado nos textos originais publicados no site do Hiper-humanismo antecede e é independente das descobertas científicas e da publicação de teorias que servem de embasamento a essas descobertas. Porém, escolheu-se este momento para a publicação desse conhecimento justo porque a humanidade já chegou ela própria no estágio em que pode perceber tudo por si mesma – e essa possibilidade vem acompanhada do risco de lidar com aquilo que não se compreende, o que torna mais urgente o alerta feito pelo Hiper-humaismo. Graças a isso, já há material o suficiente de pesquisadores e teóricos sobre os temas aqui apresentados, e esse material serve de suporte para tornar o conhecimento mais consistente aos olhos do leitor.

É com esse intuito que se apresenta esta “Biblioteca de Babel” com material selecionado. Infelizmente, quase todo o material está na língua inglesa, pois é difícil encontrar material relevante produzido na língua portuguesa. De qualquer forma, os colaboradores envidarão esforços para atualizar a biblioteca com material em português. Esta biblioteca será atualizada constantemente, e sempre que houver uma atualização os assinantes da news letter receberão informação a respeito. Por isso, não deixe de assiná-la.


(Clique aqui e entenda a organização dos quatro quadrantes.)

Primeiro Quadrante

  • The Emergent UniverseDavid Wallace. O trabalho epistemológico e de divulgação científica mais importante sobre a existência do hipercontexto. Leitura altamente recomendada, embora exija certo conhecimento de lógica formal. Considera-se a obra de divulgação mais consistente a respeito do tema, por apresentar argumentos sólidos e demonstrar que a recusa em aceitar as evidências sobre o hipercontexto não tem qualquer fundamento epistemológico ou científico.
  • Is the Moon there when nobody looks?David Mermin. Artigo importante e histórico de David Mermin, em que expôs todo o desconforto da comunidade científica diante dos paradoxos do Teorema de Bell e das descobertas paradoxais feitas em laboratório, as quais somente a proposta do hipercontexto explica com consistência e embasamento matemático.
  • A Snapshot of Foundational Attitudes Toward Quantum Mechanics Maximilian Schlosshauer, Johannes Kofler e Anton Zeilinger. Uma pesquisa sobre a receptividade da existência do hipercontexto na comunidade científica, revelando que nas últimas décadas tornou-se a segunda interpretação a contar com mais simpatizantes.
  • O Paradoxo EPRFranciele Renata Henrique. Documento útil que tenta explicar os aspectos mais importantes do Paradoxo EPR (em português).
  • Many-Worlds Interpretations Can Not Imply ‘Quantum Immortality’Jacques Mallah. Texto importante por refutar uma das falácias mais populares sobre o hipercontexto (e que pode servir de base para outras falácias do mesmo gênero): a de que haveria uma realidade alternativa na qual determinado indivíduo jamais morreria, como resultado da coexistência de probabilidades.
  • The quantum source of space­time Ron Cowen. Matéria de divulgação científica da Nature, importante por tratar do papel fundamental do entrelaçamento na urdidura do espaço-tempo e da força gravitacional.
  • An Introduction to Backflow Effect J. M. Yearsley e J. J. Halliwell. Estudo que demonstra as possibilidades de medição do efeito Backflow em diferentes pacotes gaussianos.
  • Backflow Time ArrivalM. Ruggenthaler. Estudo em que fica claro que o efeito Backflow depende da diferença de velocidade de chegada ao obstáculo das versões coexistentes de uma mesma partícula.

Segundo Quadrante

  • The Dawn of the Quantum Biology Philip Ball. Matéria de divulgação científica da Nature, publicada em 2011 e importante por fazer uma síntese de todas as linhas de pesquisas relativas às estratégias evolutivas em relação ao hipercontexto.
  • Quantum coherence in photosynthesisElisabet Romero, Ramuns Augulis, Vladimir Novoderenzhkin, Marco Ferreti et al. Estudo sobre como o processo de fotossíntese de qualquer planta utiliza o hipercontexto e as realidades alternativas para maximizar a velocidade do transporte de energia luminosa.
  • A Quantum Origin of LifePaul C. Davies. Uma proposta de surgimento da replicação e uso da entropia a partir da lógica inerente ao hipercontexto.
  • Does quantum mechanics play a non-trivial role in life? Paul C. Davis. Outro estudo do papel do hipercontexto na existência da vida orgânica.
  • Bacteria as Multicelular Organisms James Shapiro. Um estudo que demonstra que bactérias reunidas em colônias se diferenciam e integram um sistema com controle temporal e espacial altamente sofisticado.

 

Terceiro Quadrante

 

  • Many Minds Interpretation of Quantum Mechanics Michael Lockwood. Paper em que o autor propugna uma perspectiva da mente humana no âmbito do hipercontexto (com várias “mentes” controladas por uma só “Mente”) e da interação de sistemas macroscópicos em tramas de realidade distintas.
  • The Ego Tunnel Thomas Metzinger. Obra importante em que Metzinger sintetiza sua proposta de modelo de mundo e identidade pessoal construído pelo cérebro.
  • Beyond the Stalemate Stuart Kauffman. digressão em que Kauffman estuda a relação consciência e corpo com base no hipercontexto, estuda os aspectos do livre arbítrio e de um possível panpsiquismo.
  • Brain and Mind in Everett WorldAndreas Wichert. Estudo em que o autor tenta redefinir a identidade humana e a causalidade da perspectiva da existência do hipercontexto.
  • Quantum features of consciousness, computers and brain – Michael Mensky. Paper em que Mensky analisa o papel da consciência humana na percepção de tramas de realidade no hipercontexto.
  • Extended Everett Concept and consciousness Michael Mensky. Trabalho em que Mensky apresenta sua proposta de que a consciência pode ser definida como “a” separação da percepção do hipercontexto em contextos específicos.
  • Introduction to the Transcendent Function Jeffrey C. Miller. Trecho da obra The Transcendent Function: Jung’s Model of Psychological Growth Through Dialogue With the Unconscious, que trata da Função Transcedente propugnada por Jung.
  • Introdução ao Huig Ming GingCarl Gustav Jung. Texto em que Jung apresenta de forma didática alguns dos conceitos principais de seu mapeamento da Matriz: arquétipos (complexos anímicos parciais), mandalas e individuação (em português).
  • Prefácio ao I Ging traduzido por Richard Willhem Carl Gustav Jung. Célebre introdução de Jung ao trabalho do sinólogo Richard Wilhem, útil para compreender a natureza da sincronicidade em contraposição à causalidade (em português).

 

Quarto Quadrante